Festas e Eventos

-> Convites Infantis

-> Convites Diversos

-> Temas (Layouts)

-> Dicas de Texto

-> Dicas de Fotos

-> Textos e Versos

 

Complementos

-> Quadro de assinatura

-> Banner

-> Tag

-> Rótulos Avulsos

 

Lembrancinhas

-> Geral

-> Para crianças

-> Nascimento e Batismo

-> 15 anos

-> Comunhão

 

Projetos Especiais

-> Álbuns

-> Quadros

-> Scrapbook

-> Mini-álbuns

-> Calendários

-> Natalinos

-> Comemorativos

Trevisart NA TV !

Gravamos uma reportagem que foi ao ar no

dia 27/11/06 às 13h10

no programa Talento em Notícias na RIC TV (Record Canal 7 de Curitiba)

 

Clique aqui e assista a reportagem

 

 

Visitas desde 01/09/06






Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

 

 

Créditos

 

Site desenvolvido por

Trevisart Artes Digitais

Design Ilana Trevisan

 

Imagens dos Produtos meramente ilustrativas.

 

 

Trevisart Artes Digitais

Todos os Direitos Reservados® 2006-2010

 

Todo conteúdo deste site foi escrito e formatado por

Ilana Valesca Trevisan

com exceção do link Textos

Proibida cópia parcial ou total

de qualquer material gráfico deste site sem autorização prévia.

 

 

trevisart@gmail.com

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Ser avô e avó é entrar pelas portas da felicidade,

    É escancarar as janelas da emoção!

    É chorar rindo com olhos e com o coração!

    Ser avô e avó é voltar a ser criança,

    Rolar com o neto no chão ,

    Servir de cavalinho...

    Ir passear pelas pracinhas...

    Segurá-lo no escorregador..

    E.. sentir com tudo isso,

    Transbordar de amor o coração!

    É quase explodir de emoção...

    Quando pela 1ª vez,

    Sentir sua mãozinha...

    Dentro de nossa mão!!

 


 

 

A arte de ser avó


Netos são como heranças, você os ganha sem merecer.
Sem ter feito nada para isso,
de repente lhe caem do céu...
É como dizem os ingleses, um Ato de Deus.
Sem se passarem as penas do amor,
sem os compromissos do matrimônio,
sem as dores da maternidade trata-se de um filho apenas suposto.
O neto é, realmente, o sangue do seu sangue, filho do filho,
mais filho que filho mesmo...
Cinqüenta anos, cinqüenta e cinco...
Você sente, obscuramente, nos seus ossos,
que o tempo passou mais depressa do que esperava.
Não lhe incomoda envelhecer, é claro.
A velhice tem suas alegrias, as suas compensações:
todos dizem isso, embora você, pessoalmente,
ainda não as tenha descoberto, mas acredita.
Todavia, também obscuramente, também sentia seus ossos,
às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade.

Não de amores com suas paixões: a doçura da meia-idade

não lhe exige essa efervescência.
A saudade é de alguma coisa que você tinha
e que lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade.
Bracinhos de criança.
O tumulto da presença infantil ao seu redor.
Meu Deus, para onde foram as suas crianças?

Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos,
que tem sogro e sogra, conjugue emprego,
apartamento e prestações, você não encontra de
modo algum as suas crianças perdidas.
São homens e mulheres adultos; não são mais aqueles que você recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta
nenhuma das agonias da gestação ou do parto,
o doutor lhe coloca nos braços um bebê.
Completamente grátis, nisso é que está a maravilha.
Sem dores, sem choros, aquela criancinha da qual
você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida.
Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho,
é um filho seu que lhe é devolvido.
E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito
de o amar com extravagância.
Ao contrário, causaria espanto, decepção se você

não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado
que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza de que a vida nos dá netos
para nos compensar de todas as perdas trazidas pela velhice.
São amores novos, profundos e felizes, que
vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico,
deixados pelos arroubos juvenis.

É quando vai embalar o menino e ele, tonto de sono abre o olho e diz:
Vó, seu coração estala de felicidade, como pão no forno!

(Raquel de Queiroz)
 



Canção para meu Neto

Já chegando o entardecer,
Eis que grata surpresa.
Uma vida pequenina
Pedaços de um viver.
Parece que foi tirado o molde
De um velho retrato.
Contornos iguais,
Diferenças sutis.
Da infância, volta a festa,
Folguedos, felicidade!
Se finita é a existência,
Não importa.
De agora será medida,
Por sorrisos e abraços,
Palavras a balbuciar.
Instantes furtados àqueles que um dia,
Já distante, foram nossos.
Se pais agora, não liguem.
Deixem que este afeto,
Por tempo adormecido, renasça
Em sentimento maior.
Assim somos nós: os avós.


de Valci Maria Mattos

 




Vovô-palavra cantada

Quando vejo o meu vovô
Que é pai do meu papai
Penso que um tempo atrás
Ele era o que eu sou

Agora sou criança
E o vovô também já foi
A vida é uma balança
Ontem, hoje e depois

Amanhã talvez quem sabe
Eu serei um outro avô
E o filho do meu filho
Será o que hoje eu sou

Ontem, hoje e depois

 




OS AVÓS ”

“ Ya ya ya oh !
Quem é que deixa fazer tudo
que a mamãe nunca deixou
Ya ya ya oh!
É a vovó e o vovô !

O vovô não fica sério
Faz o tipo brincalhão
É a vovó quem manda o tédio
Passear, lamber sabão.

A criançada pinta o sete
Faz o avô de cavalinho
A vovó brinca de pique
De boneca e de carrinho.

Hambúrguer no almoço
E sorvete no jantar
Dormir sem tomar banho
Só os avós que vão deixar.

Quem te livra do castigo
E deixa ver televisão
E não briga com a roupa
Espalhada pelo chão.

A mamãe fica zangada
Com tamanha confusão
Se os avós liberam tudo
A bomba estoura em sua mão.

Mas no fundo ela entende
Que é uma prova de amor
Pois eles sabem tudo
A vida já lhes ensinou.

Aprendemos a lição
Que os avós são outros pais
Que tem a gente no coração. ”

( Autor Desconhecido )
 



Neto e Neta

Neto e neta são netos, no masculino.
Filho e filha são filhos, no masculino.
Pai e mãe são pais, no masculino.
Avô e avó são avós.

Por Arnaldo Antunes.
 




De avô(ó) para neto
 

INOCÊNCIA
(Nilcéa Oliva de Lyra)

Meu neto teu mundo é lindo
Todo em miniatura
Está sempre se expandindo
E nem bate na tua cintura,

Tem casa com várias fachadas,
Um cachorrinho sem dentes,
Vaquinha com tetas rosadas,
Pintinho que dá pulos valentes.

Chutas com curtas passadas,
A bola que estiver na frente,
Para cada tetéia quebrada,
Tens uma sobressalente,

Passas pelas horas tinindo,
Criando sem noção, sem mira
Sempre te ajudo fingindo,
Que não é só de mentira.

Tens defensor e patrono,
E as vontades acatadas,
Tuas coisas resguardadas,
Durante as horas de sono,

E sempre um fiel capanga,
Te amparando com ternura,
Enquanto transitas de tanga,
Tramando nova travessura.

Que demore bastante a chegar
o tempo da realidade,
Que aos poucos irá se apossar
De tua mente, corpo e vontade,

E como um toque de clarim
Teu reinado será desfeito
Não que o mundo seja ruim
Mas o teu é tão perfeito
 

 


 

Sogrinha
 

Homenagem(?) à sogrinha

"Eu gosto da rosa branca
Que nasceu no meu jardim
Também gosto da sua mãe
Que criou você pra mim"

 



“VOVÓ”
Falar de Vó para mim é beleza!
É pura certeza de viva alegria,
Vovó é doçura, é mel que escorre,
É fada – socorre de noite e de dia.
Vovó é denguinho gostoso,
Molhado, fofinho...
Ensopado de amor e carinho,
Vovó é segurança.
Vovó – esperança do esperto netinho
De tomar (sem ser a hora!) o seu “danoninho”...
Vovó tem magia nos lábios e encantos,
Pois sara com beijos a neta, que em pranto,
Mostra-lhe o dedinho que machucou.
É flor sempre viva que não tem idade,
Pois brinca de roda, se deita no chão,
Se faz de cavalinho pra neta ou netinho
Do seu coração.
Vovó conta história pra gente comer comidinha,
Vovó conta história pra chegar o soninho,
Vovó conta história de lobo, girafa,
Formiga, ursinho...
Vovó conta história da Bíblia Sagrada,
Vovó conta história do menino e Rei Jesus,
Vovó conta história dos santos do céu,
Do reino de Deus, dos anjos de luz...
Vovó é sabidinha!...
Enquanto pode,
Carrega pra igreja os netinhos amados,
Igual vovó Lóide, na Bíblia citada.
Faz tudo o que pode
Pra ver seus netinhos
De Deus sendo anjinhos
Sempre abençoados!

Os carinhos da vovó
Vovó queria você aqui
Sempre perto de mim
Para comermos açaí
Ou bolinhos de aipim.

Minha cabeça em seu colo
Receber seus cafunés
Na sua companhia deito e rolo
Faz cócegas nos meus pés.

Ah! Vovó querida
Saudades dos seus conselhos
Penso em você vestida
Nos seus vestidos vermelhos.
 



A avó

A avó
Mora sozinha
Faz tricô
Numa casinha
De taipa
Pequenininha.

A avó
Já é velhinha
Faz bolo
E café em pó
Num fogão à lenha
Sabe dar nó
Em vara de cipó.

A avó
É boazinha
Conta histórias
E piadinhas.

A avó
É o meu amor
Um sonho meu
A minha flor.

Avó igual a ela
Será que existe?
Tão bela, tão bela
Que troca as chinelas
Uma verde
A outra amarela
Esta é minha avó.

 



Dom Marcos Barbosa
OS ÓCULOS DA VOVÓ

- Como acabar meu tricô,
como assistir à novela,
se esses óculos benditos
me somem sem mais aquela?

Vovó, procurando os óculos,
vai do quarto para a sala
e de novo volta ao quarto,
sem ninguém para ajudá-la.

E até parece que os netos
estão a se divertir,
pois mesmo seu predileto
faz força para não rir.

Deve saber onde estão,
porque lhe diz o malvado:
- Já está ficando quente
seu chicotinho queimado!

E o diz quando está no quarto
ou à sala torna a voltar.
- Mas como pode uma coisa
em dois lugares estar?

Em sinal de desespero
leva então as mãos à testa:
ali estão os seus óculos
e tudo vira uma festa.
 




Deus abençoa
toda vovó querida
pelas coisas
que ela faz na vida,
com tanto amor
e bondade, todo dia
Toda a vida.


Abençoa você por ser
assim carinhosa,
Tão boa com a gente, sempre.


Abençoa você por todas
as coisas boas que você faz.
Porque não tem vovó assim
igual a você,
maravilhosa demais!

 



 

Coletânea de textos encontrados em vários sites da internet. Aos autores que não autorizarem a divulgação de seus textos, favor entrar em contato por e-mail que retiraremos os mesmos do nosso site.

Caso você seja o autor de algum desses textos e queira deixá-los publicados aqui com os devidos créditos, também agradecemos o contato.